segunda-feira, agosto 18, 2008

Piaf - Um Hino ao Amor


Algumas músicas da cantora francesa Édith Piaf já me eram conhecidas, sem, contudo, que eu fosse capaz de associá-las a sua intérprete. O filme me veio reparar esta ignorância. Dona de uma vida intensa e recheada de fatos, no mínimo, inusitados, como acusação de assassinato e dependência de drogas, Édith Piaf passou de uma infância pobre (parte dela vivida em um bordel e em um circo) a um estrondoso sucesso como cantora, inclusive fora de seu país.

Como meu conhecimento sobre a cantora francesa resume-se a Wikipédia não vou me arriscar aqui a identificar falhas históricas nesta cinebiografia. Deixo este trabalho com pessoas infinitamente mais gabaritadas que eu. Mas de uma coisa posso reclamar; a estrutura cronológica adotada pelo diretor Olivier Dahan é um desastre. As idas e vindas na trajetória de Edith Piaf são muito confusas. Se isso já é um pecado em qualquer filme, em uma cinebiografia é uma heresia.

Por outro lado, pelo menos dois méritos este filme tem: um é o de conseguir passar para a pessoa que lhe assiste toda a intensidade da trágica vida dessa mulher; o outro é ter Marion Cotillard interpretando Piaf. A atriz, inclusive, levou o Oscar por este papel.




Diretor: Olivier Dahan. Com: Marion Cotillard, Emmanuelle Seigner, Gérard Depardieu, Sylvie Testud, Pascal Greggory

quarta-feira, agosto 13, 2008

Na Natureza Selvagem



Trailer do filme

É até um ideal bonito o do jovem angustiado Christopher McCandless (interpretado por Emile Hirsch), que, aos 23 anos e recém graduado, resolve renegar qualquer tipo de bem material e parte rumo a uma jornada solitária, e fascinante, pelo desafiador mundo da natureza, tendo como destino mais específico o Alasca. No caminho até lá, ele faz amizades com pessoas que, cada uma com sua história, possuem seus próprios tormentos e que poderiam servir como referência para suas atitudes. Mas não é bem isso que acontece.

Para atingir seu objetivo, ele abdica do seu dinheiro, do contato com seus amigos e priva sua família de qualquer notícia sua. É, principalmente, esta última atitude de Chris que denota a sua imaturidade (e que até me deu certa raiva), ainda que não seja sua intenção causar algum tipo de mágoa.

Ao mesmo tempo em que se mostra egoísta em relação aos seus pais, Chris se revela uma pessoa carismática que consegue naturalmente manter um bom relacionamento com as pessoas que encontra ao longo de seu percurso.

Um dos pontos mais louváveis desse filme dirigido por Sean Penn é que são explicitadas as várias nuanças que um personagem baseado em uma história real plausivelmente deve ter. E saber que a incrível história deste rico personagem realmente aconteceu é de deixar pasmada qualquer pessoa que lhe assiste.


Hal Holbrook




Hal Holbrook interpreta Ron Franz, um dos amigos que Chris faz enquanto tenta chegar ao Alasca, e é responsável pela cena que mais me marcou neste filme. Pode até não ser o mais importante, mas nunca vou me esquecer do momento em que o personagem de Hal faz a Alex um pedido bastante comovente (não vou dizer o quê para não entregar um detalhe importante do filme). Foi algo tão real... e tão triste. Aquele semblante deprimido de Hal vai ficar na lembrança.

Ele foi indicado ao Oscar de ator coadjuvante por este papel e fiquei me perguntando para quem ele perdeu o prêmio. Aí lembrei que o vencedor nessa categoria foi o espanhol Javier Bardem, pelo filme “Onde os Fracos Não Têm Vez”. É, Hal, foi um ano ingrato para se competir.



Diretor: Sean Penn. Com Emile Hirschi, Willian Hurt, Marcia Gay Harden, Jena Malone, Catherine Keener, Vince Vaughn, Hal Holbrook.

segunda-feira, agosto 04, 2008

O Preço de Uma Verdade




O número de jornalistas nas redações diminuiu e a exigência de que esses profissionais produzam textos mais criativos e diferenciados cresceu. Se tiver algum traço de humor inteligente melhor ainda. A partir dessa perspectiva podemos entender um pouco, mas não justificar, a história de Stephen Glass, que na segunda metade da década de 90 trabalhava no The New Republic (uma respeitada revista estadunidense) e que ficou famoso pelas suas interessantes, bem-humoradas e totalmente falsas matérias jornalísticas.

O Preço de Uma Verdade conta a história real desse jovem jornalista, então na casa dos vinte e poucos anos, que já chamava atenção pelos seus textos. Depois de uma rápida escalada profissional, Stephen Glass começa a despertar a desconfiança de um colega de profissão, que trabalha em outro veículo, ao publicar uma matéria curiosíssima sobre um hacker. Daí até a descoberta do seu método imaginativo de escrever reportagem é um pulo. A própria estrutura narrativa do filme brinca com a mente fantasiosa do protagonista.

Mesmo expondo um caso, no mínimo, constrangedor do jornalismo e mostrando como, infelizmente, pode ser fácil produzir matérias mentirosas, o filme, de certa forma, também defende essa profissão ao dar espaço a personagens como Chuck Lane (interpretado por Peter Sarsgaard), um jornalista sério que serve como um contraponto, bastante adequado, a Stephen Glass (Hayden Christensen).

Sobre Christensen, aliás, só o havia visto nos dois últimos Star Wars lançados e, mesmo tendo interpretado ninguém menos que Darth Vader, não foi o suficiente para chamar minha atenção. Aqui ele é bastante competente em expor a simpatia, a aparente vulnerabilidade e o crescente desespero deste patético personagem.

Esta película se estabelece, assim, como uma importante fonte de reflexão sobre o trabalho jornalístico, sobre ética e como, às vezes, um texto burocrático mas correto é bastante bem-vindo.

terça-feira, julho 29, 2008

Maria Antonieta




No filme, Maria Antonieta (Kirsten Dunst) é pintada como uma jovem obrigada a amadurecer cedo demais. Para seguir o jogo político da época (século XVIII) e manter as boas relações entre Áustria e França, aos 14 anos Maria Antonieta se casa com o príncipe francês e, entre outras atribuições, deve gerar herdeiros; tarefa essa que, como se sabe, não se revelou nada fácil. Além disso, a garota ainda teve que se adaptar a uma cultura diferente da qual foi criada. Coitada? Se depender da diretora Sofia Coppola tendemos a acreditar que sim. (Aproveite a internet a sua disposição, faça pesquisas e tire suas conclusões.)

A diretora Sofia Coppola foi muito criticada por essa releitura da vida de Antonieta em sua fase como delfina, e depois, rainha da França. Ainda assim, resolvi comprar sua idéia. Se tivermos boa vontade e desconsiderarmos o fato de que no século XVIII o conceito de adolescência nem sequer existia, o filme pode ser entendido como uma eficiente metáfora da juventude de agora, numa certa medida, alienada, consumista e que supervaloriza a imagem. Para construir essa idéia, a produção lançou mão de músicas dos anos oitenta (adorei essa parte), figurinos em tons pastéis, ambientes quase sempre claros e bem iluminados, um All Star perdido no meio do filme... Em que outras obras de época você encontrou essas características?

O filme pode até não funcionar como biografia, e, realmente, foram tomadas muitas liberdades para que fosse considerado como tal. Mas suas várias possibilidades de interpretações agradaram a muita gente. Inclusive a mim.


Trailer


terça-feira, junho 17, 2008

José Saramago chora após assistir ao filme

José Saramago após assistir ao filme Ensaio Sobre a Cegueira, de Fernando Meirelles:

domingo, junho 15, 2008

Ensaio Sobre a Cegueira


Imaginem-se caminhando na rua, fazendo compras, dirigindo um carro e de repente by by visão! Uma epidemia de cegueira atinge toda uma população e a obriga a apelar para meios, muitas vezes insanos e desumanos, para lidar com essa situação que ao longo da história vai ficando cada vez mais caótica.

Ensaio Sobre a Cegueira ilustra uma nova forma de lidar com o mundo, com os próprios sentimentos e os sentimentos de outras pessoas. A cegueira em si funciona perfeitamente de forma metafórica. Já não estaríamos cegos antes da epidemia? Será que prestávamos atenção no outro ou só estávamos preocupados com nossa individualidade?

A descaracterização da individalidade identitária é tão forte no livro que as personagens não recebem nomes próprios; elas são referenciadas por alguma situação ou condição que a marcou (ou marca) bastante. Eis alguns dos exemplos dessas personagens:
o primeiro cego, a mulher do médico, o velho da venda preta, o rapazinho estrábico...

Em seu livro, Saramago aborda também o coletivismo, a dignidade, o feminismo e certamente muitas outras questões, que só vou perceber em uma segunda (terceira, quarta...) leitura.
As mulheres, em especial, ganham muito destaque na história. Elas são fundamentais no transcorrer dos acontecimentos e são geralmente as responsáveis pelos momentos-chave da história.

Em um certo ponto do livro um grupo de mulheres deve se subter a uma situação, no mínimo, humilhante para que, nem elas pessoas e as outras das quais elas gostam, não passem fome. E é em momentos como esses da obra que nós nos perguntamos até que ponto o homem retrocede em sua dignidade. Chocante isso, muito forte.

Quando eu ler mais algumas vezes Ensaio Sobre a Cegueira, volto aqui e escrevo mais uns posts sobre o livro.



...



Outro dia, alguém disse que não conseguiu terminar de ler Saramago porque “ele não pontua”. Conselho? Tenta de novo. Senão você vai perder a chance de ler um autor, no mínimo, instigante.

sexta-feira, maio 09, 2008

Finalmente


Terminei, finalmente, de ler Ensaio Sobre a Cegueira, do português José Saramago. Digo finalmente porque me custou, primeiro, conseguir o livro. Na Biblioteca da faculdade havia reservas e reservas na minha frente. Baixei a obra, então, da internet mas aí já surge aquela complicaçãozinha: quem agüenta muito tempo na frente de um computador? Ainda mais quando tem uma fila de gente no apê querendo usar o computa também...

Fui aos sebos. "Ah, vendi ontem", "acabei de vender; um livro de Saramago dificilmente fica muito tempo aqui.", eram o que diziam os donos dos tais estabelecimentos. O jeito foi esperar chegar minha vez na fila de reservas =(

Valeu a pena!!! Mais uma vez aquela forma dele de escrever me surpreendeu. Gente, como alguém consegue fazer aquilo??? Já comentei no post anterior o estilo dele, sim? Pois então vamos à história, mas no post acima.

terça-feira, maio 06, 2008

Meu caso com Saramago


Começou com o Evangelho Segundo Jesus Cristo e se consolidou com Ensaio Sobre a Cegueira. No começo estranhei, e como estranhei, aquele jeito dele de escrever, sem ponto de interrogação, exclamação, nenhum travessão ou aspas que indicassem quando era a fala de uma personagem. Parágrafos que podem ocupar páginas sem que haja um ponto final que facilite a vida do leitor, como acompanho um texto assim, me perguntei, passaram algumas páginas e, o que antes parecia confuso, me pareceu tão fluido. Cada um vive Saramago de forma única, disseram-me, é pode ser, vai saber quem acha José Saramago fluido.

Complicado falar de "O Evangelho...", deveria ter lido a Bíblia. Li por aí que o chamaram de herege. Perguntei para alguns católicos e eles me deram sua versão para a hisória de Jesus Cristo, perguntei para evangélicos, lá vem outra versão; mexer com histórias bíblicas, isso dá polêmica, e Saramago está no meio dela.
E Ensaio Sobre a Cegueira, como apareceu para mim? Um texto que diz que estão a produzir um filme sobre um livro que tem cenas aparentemente instransponíveis para o cinema desperta a curiosidade de qualquer um, despertou a minha. Lá fui eu descobrir a saga da mulher do médico, da rapariga dos óculos escuros, do velho da venda preta, um estudo, uma previsão, um ensaio, sobre o ser humano, como este se adapta a uma nova forma de lidar com o mundo, fascinante, repugnante.
Tem muitas outras questões no livro, mas deixa pra depois.

Eu Sou a Lenda


Ele está numa locadora de filmes e uma mulher lhe chama a atenção. Ele exita um pouco, pensa se deve ou não puxar conversa, até que ele se decide e vai ter com a tal moça. Faz perguntas triviais (é só uma tentativa de iniciar uma conversa mesmo...). Mas ela não responde, não manifesta qualquer reação. Ele mesmo, e todos que assistem a Eu Sou a Lenda, sabem o porquê disso.


“Ele” é o tenente-coronel e cientista Robert Neville (Will Smith), o único sobrevivente, não infectado, de uma epidemia que arrasou Nova York e certamente todo o planeta. Dos que sobreviveram, uma parte se transformou em “caçadores da noite”, pessoas com características meio vampíricas e irracionalmente animalescas. Os outros são pessoas imunes à doença, mas que se tornaram presas dos caçadores da noite – o que leva a crer que a população racional na terra é praticamente inexistente.


Para manter a sanidade num ambiente desolador, Neville segue uma rotina rigorosa na qual passa o seu tempo caçando animais silvestres no meio da cidade, jogando golfe ou tentando descobrir a cura para a tal doença.


Will Smith passa a maior parte do tempo atuando sozinho (ou com um cachorro) e isso não é pra qualquer um. O homem convence. Carismático, engraçado e ao mesmo tempo dramático, ele consegue dar o tom do personagem que vive à beira da loucura por causa da solidão em que se encontra. Aliás, a moça lá do primeiro parágrafo era uma manequim de loja, um boneco. E Neville sabia disso. É uma cena bastante ilustrativa da situação limite em que vive o personagem.


Eu Sou a Lenda não é nem tanto uma produção limitada ao gênero ação (o que muito me agradou) mas muito mais de tensão, angústia. O filme não se preocupa em esmiuçar cada motivação da história. Nós, espectadores, presumidamente inteligentes, descobrimos os porquês dos acontecimentos em detalhes sutilmente jogados ao longo da produção. Nós interpretamos as cenas. (Já meu namorado ficou injuriadíssimo com essa característica da película)



O filme é baseado no livro Eu Sou a Lenda, de Richard Matheson, lançado em 1954. Existem duas outras adaptações cinematográficas sobre a mesma obra. Uma de 1964, chamada Mortos que Matam; e a outra com o nome A Última Esperança Sobre a Terra, lançada em 1971.



Diretor: Francis Lawrence. Com Will Smith, Alice Braga, Emma Thompson

segunda-feira, abril 28, 2008

Voltei!

Quase um ano depois sem nada postar neste espaço resolvi retomar o blog. Preciso escrever, treinar, voltar a brigar pelos comentários... Tudo isso vai ser um grande exercício para mim. Não terei mais a desculpa da falta de acesso. A partir de agora cabe a mim fazer um bom uso das tecnologias à minha disposição.

Em menos de uma semana sai mais um post.

domingo, maio 06, 2007

Fim

Eh...acabou. Tentei continuar com o blog, mas o tempo é escasso e um blog que preste precisa estar no mínimo atualizado. Um dia eu volto, em uma nova página, e limitado ao tema cinema.

Abaixo vocês encontram alguns links de textos que gostei de escrever. E outros links de brigas essenciais à minha necessidade pessoal de ver a coisa pegando fogo. (hum...ficou esquisito isso...)

Textos:

Brigas:

sábado, abril 07, 2007

O Barato de Grace


Esperava mais de O Barato de Grace. Acho que faltou um pouco de habilidade do diretor para conduzir uma comédia. Ele tinha em mãos uma idéia muito louca: dona de casa cheia de dívidas, deixadas pelo marido suicida, resolve cultivar maconha com a ajuda de seu jardineiro para assim cada um resolver seus problemas.

O filme não é todo engraçado, ás vezes é enfadonho demais, ou conservador demais (em um filme sobre maconha, meus queridos, que pecado!) mas tem seus momentos. Um deles é um bando de coroas sob o efeito da cannabis...hilário!

domingo, março 25, 2007

Maria Cheia de Graça


Realidades tristes sempre acabam rendendo bons filmes para o cinema, e Maria Cheia de Graça é um exemplo disso. Vez ou outra vemos nos noticiários histórias de pessoas que colocam seus corpos a serviço do tráfico carregando dentro de si drogas de um país a outro, em troca, é claro de uma compensação em dinheiro. Essas pessoas recebem o nome de mulas.

Maria (Catalina Sandino Moreno) é uma adolescente colombiana responsável por boa parte do sustento de sua família. Sentindo-se destratada pelo administrador do lugar em que trabalha, ela resolve procurar por algo mais digno. É quando lhe surge a "oportunidade" de trabalhar como mula em uma viagem da Colombia para os Estados Unidos.

Maria Cheia de Graça é um filme triste, trágico e belo. Catalina Sandino Moreno mereceu todos os prêmios que recebeu por sua atuação, inclusive a indicação ao Oscar.

domingo, março 18, 2007

O Labirinto do Fauno


Gosto de filmes que não me deixem indiferente à história. Com direção de Guillermo Del Toro, O Labirinto do Fauno me encantou, revoltou e me deixou triste. O filme é uma mistura de fantasia com a brutalidade de um período histórico tenso da Espanha, em que o país era dominado pela ditadura de Francisco Franco.
Órfã de pai, Ofélia é uma menina cuja a mãe, grávida, casou-se com um importante ( e terrível!) militar espanhol. A caminho de seu novo lar, um posto militar no interior do país, Ofélia entra em contato com criaturas de um mundo fantástico. Mundo esse que pode vir a ser o seu escape da realidade cruel que é a convivência com seu novo "pai".

No elenco, três atores merecem destaque. A atriz Maribel Verdu que faz Mercedez e que conseguiu concentrar força e ternura em sua personagem. A jovem Ofélia, vivida pela atriz Ivana Baquero tem uma expressividade incrível. E o ator Sergi Lopez que conseguiu recuperar minha esperança na criação de ótimos vilões para o cinema.

Assistam a "O Labirinto do Fauno" e entenderão o porquê do meu encanto, da minha revolta e da minha tristeza, lá do começo do texto.

domingo, fevereiro 18, 2007

Catálogo: Parte II


Refém de Um Vida
Um filme sobre família, casamento e relacionamento de anos disfarçado de suspense. Homem bem sucedido finaceira e pessoalmente é seqüestrado e enquanto é mantido preso repensa sua vida.

O Conde de Monte Cristo
Filme de aventura legalzinho de assistir e baseado em livro homônimo

Albergue Espanhol
Esse é legal. Me identifiquei bastante, apesar de não viver na União Européia. Pode-se dizer que é uma síntese da mistura de identidades promovidas pela globalização e pela união dos países europeus. É a busca da identidade no mundo globalizado e cada vez mais homogeneizado.

Sentinela
Não sei por que ainda alugo esses filmes. Agradar ao namorado às vezes é uma necessidade.

Premonição 3
Não estava esperando muita coisa mesmo. Mas é bom assistir a esses tipos de filmes de vez em quando. Falar mal é mais gostoso.
*A imagem acima é do filme "Albergue Espanhol"

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Catálogo: Parte 1



Filme de Martin Scorcese, com os lindosos do Matt Damon e Leonardo Di Caprio. Não acrescentou nada na minha vida. Só ouvi umas musiquinhas legais e vi algumas ótimas atuações. Jack Nickolson fazendo a cara de sempre. A única vez que não vi Nickolson fazendo cara de psicopata foi no filme A Promessa, de Sean Pen.

Lucía e o Sexo
Com Paz Veja, Javier Câmara e um gostoso que faz o papel do namorado de Lucía

Nem Tudo é o Que Parece
Um filme mongol, besta e chato que aluguei.

O Segredo de Vera Drake
Filme sobre uma boa senhora que ajuda jovens mulheres geralmente carentes a fazerem aborto.

domingo, janeiro 28, 2007

Catálogo

Meus queridos, como não é sempre que eu tenho acesso à internet e agora sou uma mulher muito ocupada adotarei por um período (indeterminado) uma pequena mudança no método de postagem.

Vi muitos filmes nessas férias, cataloguei todos, comentei sobre a maioria, e escrevi mesmo somente sobre um. Então, resolvi publicar aos poucos a minha lista para não deixar meu amado blog entregue aos spams. Fiquem à vontade e comentem as bobeiras que escrevi.

domingo, janeiro 14, 2007

Segredos de Família


Mas que filme lindo este Segredos de Família. Emocionante nas horas certas, engraçado nas horas certas. Henry (Michael Caine) antes de morrer deixa instruções ao filho, neto e bisneto para que façam uma viagem em família e visitem os locais indicados por ele. É claro que a viagem é uma desculpa para que pai e filho, interpretados por Christopher Walken e Josh Lucas possam se conhecer e se entender. Pode parecer meio clichê mas, acreditem, o filme é ótimo.

sábado, dezembro 02, 2006

Dia Mundial de Combate à AIDS

Desculpem o post atrasado mas é que ontem foi Dia Mundial de Combate à AIDS e isso me fez parar para pensar em algo. Tentei puxar pela memória filmes que abordam o tema e lembrei de poucos. Filadélfia, A Cura e Somente Elas foram os únicos que me vieram à cabeça. Gostei dos três mas lamento que o cinema produza poucos filme sobre um assunto tão atual e que ainda gera discriminação.

quinta-feira, novembro 30, 2006

Sem despedidas

Galera, o blog continuará. Mas vou tirar minhas devidas férias (frustradas).